A edição de 2025 da Black Friday no Brasil tem tudo para entrar na história do varejo: segundo estimativas da Confederação Nacional do Com...
A edição de 2025 da Black Friday no Brasil tem tudo para entrar na história do varejo: segundo estimativas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as vendas devem atingir R$ 5,4 bilhões, o maior volume registrado desde o início da série histórica, em 2010.
Esse valor representa um crescimento de aproximadamente 2,4% em relação a 2024. Mesmo diante de um cenário de cautela econômica — com famílias fortemente endividadas e crédito mais caro —, fatores como a valorização do real frente ao dólar e o mercado de trabalho aquecido favoreceram a projeção positiva.
Principais setores que devem liderar
De acordo com a CNC, cerca de 68% das vendas previstas estarão concentradas em três segmentos:
- Hipermercados e supermercados — cerca de R$ 1,32 bilhão.
- Eletroeletrônicos e utilidades domésticas — aproximadamente R$ 1,24 bilhão.
- Móveis e eletrodomésticos — perto de R$ 1,15 bilhão.
Outros segmentos com peso relevante na projeção são vestuário e acessórios (cerca de R$ 950 milhões), e farmácias / cosméticos (aproximadamente R$ 380 milhões).
Fatores que impulsionam e os riscos no cenário
A CNC destaca dois fatores principais para a alta nas vendas: a queda recente da cotação do dólar — que melhora o poder de compra do real — e o baixo índice de desemprego, que aumenta a capacidade de consumo da população.
Por outro lado, o endividamento elevado das famílias, a inadimplência e o encarecimento do crédito limitam — segundo a entidade — o crescimento acima das estimativas.
Expectativas para o varejo e para o consumidor
Para o varejo, o cenário representa uma retomada importante, em especial para supermercados, eletrodomésticos e casas de utilidades domésticas — setores que respondem por boa parte da demanda. Para o consumidor, a expectativa de descontos reais em categorias como papelaria, utilidades domésticas, cosméticos e higiene pessoal pode ser uma oportunidade de adquirir itens essenciais com economia. Segundo o levantamento da CNC, cerca de 70% das categorias acompanhadas têm “elevado potencial de redução efetiva de preços”.
No entanto — especialmente em um contexto de alto endividamento e juros elevados — especialistas alertam para que o consumidor faça suas compras com planejamento e atenção aos preços: nem sempre “promoção” significa economia real.
fonte infomoney
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