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Refugiados e migrantes venezuelanos concluem curso básico de costura ofertado pela OIM em Roraima

  Boa Vista –  Para fortalecer a integração de pessoas refugiadas e migrantes venezuelanas no mercado de trabalho em território brasileiro, ...


 Boa Vista – Para fortalecer a integração de pessoas refugiadas e migrantes venezuelanas no mercado de trabalho em território brasileiro, a OIM, Agência da ONU para as Migrações, promoveu um curso de costura básica para 20 mulheres e homens que residem na capital de Roraima para reforço das capacidades e geração de renda.

Durante os meses de novembro e dezembro, os alunos agora capacitados receberam aulas teóricas e práticas das costureiras profissionais da Cooperativa de Empreendimentos Solidários do Município de Boa Vista (Coofecs). Foram ensinadas noções sobre cortes, tecidos, tipos de pontos e o uso de máquinas domésticas e industriais para a confecção de roupas. Os encontros ocorreram na sede da cooperativa, no bairro Santa Tereza.

A capacitação foi pensada para apoiar mulheres e homens recém-chegados no país e os que já estão em Boa Vista e encontram desafios para ingressar no mercado trabalho, assim como aqueles que têm interesse em participar da Estratégia de Interiorização do Governo Federal por meio da Vaga de Emprego Sinalizada (VES) para realocação em outra cidade do Brasil.

Josneida, uma mulher venezuelana, sorri para a câmera atrás de uma máquina de costura.Uma das alunas foi Josneida, que atravessou a fronteira do país vizinho há cinco anos com a família. “Para pessoas como eu, que estamos aqui há alguns anos, é muito significativo poder participar desse tipo de curso. Tudo o que fazemos com as mãos é importante para mim. E, aqui na cooperativa, aprendi a finalmente saber aplicar zíper invisível! Sonho cada vez mais em, futuramente, ter meu ateliê”, disse.

Segundo o coordenador de Interiorização e Integração Socioeconômica da OIM, Marcel Boccia, essas ações visam também a melhoria da qualidade de vida com novas habilidades para fortalecimento da confiança ao buscar postos de trabalho.

“Das pessoas que estão participando, 75% estão dentro dos abrigos da Operação Acolhida. Assim, foi desenvolvido esse curso com a cooperativa visando a autonomia desse grupo. Com isso, podem montar algum empreendimento e ter novas fontes de rendas, uma vez que também temos parcerias com empresas em outros estados que possuem necessidade de mão de obra com habilidades em costura”, complementou.

Para Maria dos Santos, costureira há 30 anos e professora do curso, a costura é uma arte que vai além das roupas, mas também de ensinar outras pessoas. “É gratificante para nós vermos o desenvolvimento deles a cada aula”, afirmou.

As atividades da OIM contam com o apoio financeiro do Escritório de População, Migração e Refugiados (PRM) do Departamento de Estado dos Estados Unidos da América.

Fonte 

OIM Brasil


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