A jovem brasileira Juliana Marins, de 24 anos, foi encontrada morta após sofrer uma queda enquanto fazia uma trilha no Monte Rinjani, um d...
A jovem brasileira Juliana Marins, de 24 anos, foi encontrada morta após sofrer uma queda enquanto fazia uma trilha no Monte Rinjani, um dos vulcões mais conhecidos da Indonésia. O corpo foi localizado nesta terça-feira (24), por equipes de resgate que atuaram em uma operação complexa devido ao terreno acidentado e às condições climáticas desafiadoras. A família da jovem confirmou a morte por meio de publicações nas redes sociais.
Juliana era natural de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, e estava viajando pela Ásia, compartilhando suas experiências em suas redes sociais. Segundo relatos, ela teria escorregado em um trecho íngreme e de difícil acesso durante uma caminhada no vulcão, localizado na ilha de Lombok. Após o acidente, as equipes locais iniciaram imediatamente as buscas, que duraram vários dias. A trilha do Rinjani é considerada exigente e atrai turistas do mundo inteiro por sua paisagem deslumbrante, mas também é conhecida pelos riscos que oferece.
As autoridades indonésias informaram que o resgate do corpo foi realizado com a ajuda de guias locais e voluntários, que enfrentaram terrenos íngremes e instabilidade nas trilhas. O Monte Rinjani possui mais de 3.700 metros de altitude, e as condições podem variar rapidamente, dificultando a operação. A Embaixada do Brasil na Indonésia foi acionada para prestar assistência à família de Juliana, inclusive com os trâmites necessários para o translado do corpo ao Brasil. Amigos e seguidores lamentaram a tragédia e prestaram homenagens à jovem em redes sociais.
A morte de Juliana reacende o debate sobre segurança em trilhas internacionais, especialmente entre turistas estrangeiros que muitas vezes não estão familiarizados com os riscos locais. Especialistas alertam que o montanhismo, embora popular, requer preparação adequada, equipamentos de segurança e acompanhamento de guias experientes. A tragédia serve como alerta para viajantes aventureiros e reforça a importância de cuidados redobrados ao explorar regiões naturais de alto risco. Juliana será lembrada por seu espírito livre, paixão por viagens e a forma vibrante com que compartilhou sua jornada com o mundo.


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