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França vive onda de protestos; novo primeiro-ministro promete ruptura e diálogo político

 Em meio a manifestações com bloqueios de ruas, ônibus incendiados e confrontos com a polícia, a França enfrenta uma crise política que levo...


 Em meio a manifestações com bloqueios de ruas, ônibus incendiados e confrontos com a polícia, a França enfrenta uma crise política que levou o presidente Emmanuel Macron a nomear Sébastien Lecornu como novo primeiro-ministro. Ele assume prometendo “romper com o passado” e trabalhar de forma diferente com as oposições, em um cenário sem maioria clara no Parlamento.

Crise política e reação social

O governo de Macron entrou em turbulência em 2024, após uma estratégia de antecipar eleições legislativas resultar em uma Assembleia Nacional fragmentada, dividida entre blocos de esquerda, centro-direita governista e extrema direita. 

A queda de François Bayrou do cargo de primeiro-ministro, após perder um voto de confiança em relação ao orçamento para 2026, desencadeou uma forte reação popular. Protestos ocorreram em diversas cidades, incluindo Paris, Marselha e Lyon, com bloqueios de vias, queima de ônibus e latas de lixo, interditação de trens e confrontos com forças policiais. 

Promessa de mudança de Lecornu

Sébastien Lecornu, de 39 anos, ex-ministro da Defesa, foi escolhido por Macron como uma tentativa de estabilizar o governo. Lecornu prometeu ser “mais criativo” e “mais sério na forma de trabalhar com as oposições”, ressaltando que são necessárias rupturas não apenas formais, mas também de conteúdo — especialmente porque o governo não dispõe de maioria parlamentar para aprovar todas as medidas que pretende, incluindo o orçamento de 2026. 

Tensões, expectativas e riscos

Os manifestantes expressam exaustão com políticas liberais percebidas como desfavoráveis aos mais pobres: aumentos de impostos, cortes de feriados nacionais, alegações de injustiça social. A convocação de uma greve nacional pelos sindicatos para 18 de setembro intensifica a pressão.

Por outro lado, skeptics consideram que as promessas de mudança podem não surtir efeito sem apoio parlamentar efetivo ou sem coalizões sólidas. A extrema direita ameaçou derrubar o governo se não houver mudança de rumo; a esquerda radical também discute moções de censura.

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