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Trump chama governo do Brasil de “esquerda radical” em entrevista na Casa Branca

  Em uma entrevista coletiva realizada no Salão Oval da Casa Branca nesta sexta-feira (5), o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,...

 


Em uma entrevista coletiva realizada no Salão Oval da Casa Branca nesta sexta-feira (5), o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o governo brasileiro mudou radicalmente e se tornou de esquerda, uma esquerda radical, ao mesmo tempo em que criticava tarifas elevadas impostas ao Brasil. A declaração vem em meio a tensões comerciais e diplomáticas entre os dois países. 


Declaração polêmica de Trump

Trump direcionou críticas ao atual governo de forma contundente:

“Estamos muito chateados com o Brasil, aplicamos tarifas muito altas porque eles estão fazendo uma coisa infeliz. Eu amo a população do Brasil, temos um grande relacionamento com a população do Brasil, mas o governo do Brasil mudou radicalmente. Ficou muito de esquerda, de esquerda radical, e está machucando o Brasil, estão indo muito mal, então veremos.” 

O comentário foi feito quando Trump foi questionado sobre a possibilidade de restringir comitivas estrangeiras que viriam ao país para a Assembleia Geral da ONU.


Contexto da tensão bilateral

As declarações ocorrem num momento de escalada comercial. Anteriormente, Trump já havia ameaçado impor tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros, em repúdio ao tratamento legal dispensado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, agora em julgamento por tentativa de golpe e acusado de planejar um atentado à democracia. 

Especialistas internacionais enxergam as ações como um ataque às instituições democráticas brasileiras — associando Trump a uma postura autoritária e intervencionista similar à usada na Guerra Fria. O impacto vai além dos números: pode impulsionar um realinhamento de Brasil com as economias do Sul global e bloquear futuras aproximações com Washington. 


Reações brasileiras

Do lado brasileiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva repudiou a interferência americana, afirmando que "o Brasil é um país soberano com instituições independentes" e sinalizou que responderá às medidas com ações de reciprocidade via lei interna.



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