Dois integrantes da Guarda Nacional dos Estados Unidos morreram na tarde desta quarta-feira (26) após serem baleados durante um ataque ocorrido nos arredores da Casa Branca, provocando comoção e mobilização imediata das forças de segurança.
O que se sabe até agora
Reações oficiais e medidas de segurança
A gravidade do episódio levou a um rápido contingenciamento das autoridades: a área foi isolada, prédios próximos sofreram lockdown temporário, e voos do aeroporto local foram suspensos por segurança.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, anunciou o envio de 500 soldados adicionais da Guarda Nacional a Washington, atendendo a uma ordem do presidente Donald J. Trump — uma medida de reforço após o ataque.
Contexto
Os soldados baleados faziam parte de um contingente da Guarda Nacional destacada em Washington desde agosto de 2025, dentro de uma operação federal de patrulhamento urbano motivada por políticas de segurança e controle migratório.
A proximidade do ataque com a sede do governo, além de acalorar debates sobre segurança e militarização da capital, reacende questionamentos sobre os riscos enfrentados por tropas destacadas em áreas urbanas e civis densamente povoadas.
Consequências e incertezas
Até o momento, autoridades federais — incluindo o FBI — iniciaram investigação para esclarecer o motivo do ataque, buscar respostas sobre a motivação do autor e analisar eventuais falhas de segurança.
Permanecem incertos o histórico do atirador, a procedência da arma utilizada e se houve premeditação. A morte dos dois militares, confirmada oficialmente, intensifica a repercussão política e social nos Estados Unidos.
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