A maior coalizão de oposição da Venezuela, a Plataforma Democrática Unitária (PUD), informou que, até as 8h30 da manhã, horário local, des...
As primeiras ações de Delcy Rodríguez
O anúncio das liberações é uma das primeiras ações do presidente interino após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, que terminou com a captura de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, e abriu um novo cenário entre Caracas e Washington, marcado pela intenção do presidente Donald Trump de conduzir uma transição no país sul-americano e a venda de seu petróleo.
Às 12h GMT desta sexta-feira, a ONG Foro Penal informou ter confirmado a libertação de apenas oito pessoas, incluindo o ex-candidato presidencial Enrique Márquez, o político Biagio Pilieri e cinco cidadãos espanhóis.
Por sua vez, a ONG Comitê para a Liberdade dos Presos Políticos exigiu "informações imediatas e verificáveis, respeito às famílias e o fim do uso do silêncio como mecanismo de tortura psicológica".
O Foro Penal contabiliza 863 presos políticos na Venezuela em 29 de dezembro do ano passado, enquanto a organização Justiça, Encontro e Perdão eleva esse número para 1.011.
O governo venezuelano afirma que o país está "livre de presos políticos" e que aqueles assim designados estão presos por "cometerem crimes terríveis".


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