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A oposição venezuelana relata 11 libertações e exige a libertação de presos políticos.

  A maior coalizão de oposição da Venezuela, a Plataforma Democrática Unitária (PUD), informou que, até as 8h30 da manhã, horário local, des...

 



A maior coalizão de oposição da Venezuela, a Plataforma Democrática Unitária (PUD), informou que, até as 8h30 da manhã, horário local, desta sexta-feira (12h30 GMT), havia confirmado apenas 11 libertações de presos, sem especificar nomes. A coalizão exigiu a libertação de todos os presos políticos, cujo número – segundo duas ONGs locais – varia entre 800 e 1.000.

Por meio de sua conta no canal X, a PUD indicou que, desde a 1h da manhã, horário local (5h GMT), desta sexta-feira, não havia recebido "nenhuma informação sobre novas libertações", após Jorge Rodríguez, presidente do Parlamento e irmão da presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, ter anunciado novas libertações na quinta-feira, embora não tenha especificado o número ou as condições, mas afirmado que elas estavam ocorrendo.

"Permanecemos vigilantes e exigimos a libertação de todos os presos políticos", acrescentou o maior bloco de oposição, liderado por Edmundo González Urrutia, que reivindica a presidência da Venezuela do exílio, afirmando ter derrotado Nicolás Maduro nas eleições presidenciais de 2024.

As primeiras ações de Delcy Rodríguez

O anúncio das liberações é uma das primeiras ações do presidente interino após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, que terminou com a captura de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, e abriu um novo cenário entre Caracas e Washington, marcado pela intenção do presidente Donald Trump de conduzir uma transição no país sul-americano e a venda de seu petróleo.

Às 12h GMT desta sexta-feira, a ONG Foro Penal informou ter confirmado a libertação de apenas oito pessoas, incluindo o ex-candidato presidencial Enrique Márquez, o político Biagio Pilieri e cinco cidadãos espanhóis.

Por sua vez, a ONG Comitê para a Liberdade dos Presos Políticos exigiu "informações imediatas e verificáveis, respeito às famílias e o fim do uso do silêncio como mecanismo de tortura psicológica".

O Foro Penal contabiliza 863 presos políticos na Venezuela em 29 de dezembro do ano passado, enquanto a organização Justiça, Encontro e Perdão eleva esse número para 1.011.

O governo venezuelano afirma que o país está "livre de presos políticos" e que aqueles assim designados estão presos por "cometerem crimes terríveis".



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