Os Estados Unidos realizaram neste sábado (3) um ataque militar em larga escala contra a Venezuela, segundo anunciou o presidente americano, Donald Trump, e informações de agências internacionais. A operação resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, retirada do território venezuelano por forças dos EUA, em ação conjunta com tropas de elite e autoridades policiais americanas.
A ofensiva começou por volta das 3h (horário de Brasília) com explosões e ataques aéreos em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Moradores relataram intenso som de aeronaves, colunas de fumaça e interrupção no fornecimento de energia elétrica, enquanto agências de aviação anunciaram restrições de voo por riscos de segurança.
O governo dos EUA afirma que a captura visa apresentar Maduro perante a Justiça americana, onde enfrenta acusações de narcoterrorismo e conspiração internacional, e que a operação foi autorizada como parte da política de combate a organizações criminosas transnacionais.
Crise Política e Institucional
A vice-presidenta da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarou que o paradeiro de Maduro e de sua esposa ainda é desconhecido pelo governo local após o ataque. O Executivo venezuelano decretou estado de emergência nacional e mobilizou planos de defesa para responder à intervenção estrangeira, afirmando que a soberania do país foi violada.
Segundo a Constituição venezuelana, na ausência absoluta do presidente, a vice-presidência assume provisoriamente, e uma nova eleição deve ser convocada em até 30 dias. Este cenário cria um vácuo de poder e incertezas sobre a continuidade das instituições.
Reações Internacionais
A resposta global ao ataque dos Estados Unidos foi imediata e polarizada. Enquanto aliados mais próximos da administração americana consideram a ação uma medida necessária contra um regime acusado de crimes internacionais, outros governos criticaram duramente o uso da força:
- Rússia e Cuba qualificaram a operação como um ato de agressão armada e violação da soberania venezuelana.
- União Europeia pediu moderação e respeito ao direito internacional, mesmo reconhecendo a falta de legitimidade do governo Maduro.
- Países vizinhos expressaram preocupação com a escalada militar na região e possíveis implicações para a estabilidade hemisférica.
O Futuro da Venezuela
Com Maduro fora de cena e o governo venezuelano em situação de transição, especialistas apontam para múltiplos cenários políticos: desde eleições rápidas e reestruturação institucional até intensificação de tensões internas e resistência armada. O desenrolar da situação dependerá em parte da resposta dos militares venezuelanos, dos líderes opositores e da comunidade internacional.
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