Presidente do PL também ponderou sobre gestões Lula, afirmando que no passado foi bom, mas hoje "descambou" O presidente do Part...
O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, concordou com a afirmação de que Jair Bolsonaro teria sido reeleito em 2022 caso tivesse apoiado a vacina contra a Covid-19 durante a pandemia.
Durante evento do Grupo de Líderes Empresariais, na segunda-feira (30), em São Paulo, o ex-governador e promotor do evento, João Doria, ponderou sobre os erros e acertos da gestão do ex-presidente.
“O ex-presidente Jair Bolsonaro teria sido reeleito se tivesse apoiado a vacina e tivesse adotado uma conduta correta na saúde pública do Brasil. Foi um erro. Mas nós não estamos aqui para julgar o passado. Estamos aqui para olhar o futuro e, principalmente, um futuro melhor para o Brasil, sem ressentimentos”, afirmou o ex-governador.
Durante a pandemia, Doria, que era visto como aliado de Jair Bolsonaro, entrou em desacordo com a condução do ex-presidente na área da saúde pública e com a negativa em conduzir estudos clínicos sobre uma vacina brasileira contra a Covid-19.
O período foi marcado por desavenças e atritos públicos entre os dois líderes em torno da aprovação da CoranaVac, produzida pelo Instituto Butantan.
Críticas
No evento promovido por Doria, Valdemar também ponderou sobre os governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), elogiando os mandatos entre o período de 2003 e 2010, mas criticando a atual gestão.
“Hoje tudo vai mal no governo. Tem alguns lugares com gente séria, mas o resultado é péssimo. Não dá para ter 40 ministérios funcionando, é uma barbaridade”, defendeu. “Não gosto de falar do nome de Lula porque tivemos um vice-presidente dele duas vezes, o José Alencar. Aliás, foi um bom governo que o Lula fez na época. Depois descambou”, concluiu.
O presidente do PL defendeu que Lula volte a “fazer uma economia” para que o dinheiro reapareça nos cofres públicos e enxugue os gastos com ministérios, comparando os repasses de verbas atuais com a gestão de Jair Bolsonaro, afirmando que no passado “havia recursos” para todos os municípios do Brasil.

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