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Maduro convoca alistamento nacional e mobiliza milhões de milicianos contra “ameaças” dos EUA

  Em meio a uma escalada nas tensões com os Estados Unidos, o presidente Nicolás Maduro anunciou nesta quinta-feira (21 de agosto de 2025) u...

 


Em meio a uma escalada nas tensões com os Estados Unidos, o presidente Nicolás Maduro anunciou nesta quinta-feira (21 de agosto de 2025) uma jornada de alistamento nacional para este fim de semana. A convocação envolve não apenas a Milícia Nacional Bolivariana, mas também reservistas e cidadãos voluntários, em resposta às chamadas “ameaças” vindas de Washington. 

A iniciativa ocorre logo após a Casa Branca elevar para 50 milhões de dólares a recompensa por informações que levem à captura de Maduro e lançar uma operação antinarcóticos com presença militar no Caribe. 

O que está em jogo

Maduro declarou que considerou “necessário e oportuno” realizar este sábado e domingo uma grande mobilização com a mensagem clara: “Basta de tuas ameaças! A Venezuela te rejeita, a Venezuela quer paz!”  As atividades serão realizadas em quartéis militares, praças públicas centrais e nas chamadas “bases populares de defesa integral”, conforme o governo informou. 

Além disso, o presidente instruiu o envolvimento de mais de 4,5 milhões de milicianos em uma ampla atuação pelo país, e convocou todo o sistema defensivo nacional — que inclui componentes civis, militares e governamentais — para “ajustar planos” diante da crise atual. 

Contexto regional e reação dos EUA

A mobilização ocorre após a intensificação da presença militar dos EUA no mar do Caribe, perto da costa venezuelana. Fontes associadas à operação antinarcóticos norte-americana confirmam o envio de três navios de guerra, além de cerca de 4 mil fuzileiros navais, na tentativa de combater redes de narcotráfico alegadamente vinculadas ao governo de Maduro. 

Repercussão e tensões geopolíticas

O anúncio não apenas reforça a narrativa chavista de resistência ao “imperialismo norte-americano”, mas também acirra o clima de confrontação diplomática e militar entre os dois países. Enquanto isso, aliados regionais de Maduro expressaram apoio ao governo venezuelano, reforçando o discurso bolivariano de soberania.


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