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Banco Central encerra operações do Will Bank e acende alerta no setor financeiro digital

  A liquidação extrajudicial da fintech Will Bank, determinada pelo Banco Central, levanta dúvidas entre clientes e investidores sobre saldo...

 

A liquidação extrajudicial da fintech Will Bank, determinada pelo Banco Central, levanta dúvidas entre clientes e investidores sobre saldos em conta, CDBs e o papel do Fundo Garantidor de Créditos.

O Banco Central do Brasil (BC) determinou nesta terça-feira (21) a liquidação extrajudicial do Will Bank, instituição financeira digital que fazia parte do Grupo Master. A decisão foi tomada após a constatação de insolvência financeira, falhas no cumprimento de obrigações operacionais e o agravamento da situação patrimonial da empresa.

Com a medida, o Will Bank tem suas atividades encerradas no Sistema Financeiro Nacional, ficando proibido de realizar novas operações. Um liquidante foi nomeado pelo BC para administrar o processo, levantar os passivos, identificar os credores e organizar os pagamentos conforme a legislação vigente.

De acordo com as regras do mercado financeiro brasileiro, os clientes que mantinham recursos em contas correntes ou aplicações como CDBs passam a ter seus valores analisados para ressarcimento. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é o principal instrumento de proteção, garantindo até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira, dentro dos critérios estabelecidos.

O Will Bank possuía uma carteira relevante de CDBs emitidos, o que deve exigir uma atuação significativa do FGC para assegurar o reembolso aos investidores dentro do limite legal. O Banco Central reforçou que o processo de liquidação busca preservar a estabilidade do sistema financeiro e evitar riscos de contágio para outras instituições.


Análise Financeira – Impacto para Clientes e Mercado feito por @econixbrasil

A liquidação do Will Bank reforça o aumento da fiscalização sobre bancos digitais no Brasil e evidencia os riscos de instituições ligadas a grupos financeiros fragilizados. Para os clientes, o cenário é de proteção parcial, já que o FGC cobre valores de até R$ 250 mil, o que atende a maioria dos correntistas. No entanto, investidores com aplicações acima desse teto podem enfrentar perdas. No médio prazo, o episódio tende a elevar a aversão ao risco, pressionar fintechs menores e estimular maior concentração do mercado em bancos com estruturas de capital mais sólidas e governança reforçada.

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